estão crescendo, às vezes dá palestras confusas.
Pesquisar este blog
sexta-feira, maio 24, 2024
Correspondências - Charles Baudelaire - Trad. Eric Ponty
estão crescendo, às vezes dá palestras confusas.
quinta-feira, maio 23, 2024
Ao Leitor - Charles Baudelaire - TRAD. ERIC PONTY
Possuem nosso espírito e cansam nossa carne.
E, como um animal de estimação, alimentamos
Esse nosso remorso domesticado.
quarta-feira, maio 22, 2024
O ALBATROZ - Charles Baudelaire - Trad. ERIC PONTY
Prendem albatrozes, grandes aves dos mares beiro,
Que seguem, indolentes companheiros de viagens,
Nau a deslizar sobre os amargos abismos margens.
Assim que os colocam sobre as pranchas ancha
que esses reis do azul, sem jeito e envergonhados,
Deixam com pena suas grandes asas brancas
Como remos pendurados ao lado ancas.
Este viajando alado, como é grotesco e frouxo!
Ele, antes tão bonito, é cômico e feio roxo!
Marujo picou seu bico com um cachimbo bruxo dava,
Outro o imita mancando, o aleijão que voava!
O Poeta alembra o príncipe em nuvens rios,
Que vence a tempestade e ri do arqueiro;
Preso ao chão, em meio às suas vaias,
Asas gigantescas o impedem caminhar praia.
ODE AO DAMON - LEWIS CARROLL TRAD. ERIC PONTY
P/ D. APARECIDA FRANCO E SUELY
(De Moema, que entende seu significado).
"Oh, não se esqueça do dia em que nos aceitamosNa loja de frutas da cidade:
Quando você disse que eu era simples em demasia vaidosa,
segunda-feira, maio 20, 2024
domingo, maio 19, 2024
FRANCESCO PETRARCA - TRAD. ERIC PONTY
XVIII
Quando estou todo virado para esse lado
que no rosto da minha senhora emana luz,
e há tanto fogo na minha mente
que me queima e derrete parte a parte,
temo o meu coração, para que não se parta,
E vejo que o fim do meu fogo está próximo;
Vou-me embora como um cego, agora sem luz,
que não sabe para onde vai, mas vai-se embora.
Assim escapo de ser morto,
mas sem fugir tão depressa que o desejo
Não me levo comigo, como costumo fazer.
Silencioso eu vou, pois, a linguagem morta
faria outros chorarem, e eu desejo
Que o meu choro caia sozinho no chão.
Inverno - JUAN RAMON JIMENEZ – Trad. Eric Ponty
A carne de minhas secas ilusões,
trazendo consigo as devastações
do fogo e os terríveis movimentos.
Da terra rude teu ódio aos sangrentos,
Sois destas batalhas as legiões,
De tua fome e da peste de visões,
Trágicos carvoeiros aos arruinamentos.
Minha lira fica sem tua voz celeste,
Nunca mais floresça meu caminho,
Para primavera desta flor pura.
Brisa, luz, força, paz, saúde agreste,
Doçura primeira contento matutino....
Já de mais grave dor será a ventura!
Um fogo distinto - Paul Valéry – Trad. Eric Ponty
Inteira a vida iluminada...
Não posso amar somente ao dormir
Seus graciosos gestos de luz mesclada.
Meus dias traem à noite redimindo a minha visão
Depois do primevo tempo sonhado
Quando a desgraça está em negra dispersão
Eles retornam a minha vida ao ofertar-me os olhos
E em sua alegria estala, um eco me dispersa
Não hei lançado mais que um morto no meu carnal ouvido
E meu riso suspendido em minha orelha alerta
Como um vazio caracol do murmuro do mar
Na dúvida sobre a borda de uma extrema maravilha
Se sou, se mesmo assim fui, se premendo me velar.
Paul Valéry – Trad. Eric Ponty
MULHER CELESTE - JUAN RAMON JIMENEZ – Trad. Eric Ponty
Com que entristece da natureza,
Te elevarei para clara fortaleza,
Torre minha ilusão e minha loucura.
Ali cândida, rosa, estrela pura,
Me deixarás julgar com tua beleza....
Com cerrar bem olhos, minha tristeza,
Rir passado infiel minha ventura.
Meu viver duro assim será mal sonho,
Do breve dia; em meu noturno largo
Será mal sonho tu cruel olvido.
Desnuda no ideal serás teu dono,
Se derramará abril por meu letargo,
E criarei que nunca havido existido.
JUAN RAMON JIMENEZ – Trad. Eric Ponty
Soneto 38 - William Shakespeare – Trad. Eric Ponty
Quando tu és a melhor parte fostes de mim?
Pode meu próprio elogio a mim próprio trago?
E o que é meu, quando eu passo te louvar?
Mesmo para isso vamos decompor intenso,
Nosso querido amor perder o nome de um único,
Que por este isolamento eu possa dar
Que devido a ti que tu mereces tudo sozinho.
Ó ausência, que teu tormento tu ti provas,
Se não fosse o seu agro lazer deu doces ordens
Para entreter o tempo com axiomas de amor,
Que tempo e axiomas tão docemente enganam,
E que tu me ensinas como fazer de um par,
Louvando-o me daqui que sempre permanece.
PARA IANTHE - LORD BYRON - TRAD. ERIC PONTY
Embora a beleza há muito tempo seja considerada incomparável,
Não naquelas visões que o coração exibe
Formas que ele suspira por ter apenas sonhado,
nada se assemelhou a ti em verdade ou fantasia:
Nem, tendo te visto, procurarei em vão
Pintar os encantos que variavam à medida que brilhavam
Para quem não te vê, minhas palavras são fracas;
Para aqueles que te contemplam, que língua poderiam falar?
Ah! que você seja sempre o que é agora,
Nem desmerecer a promessa de sua primavera,
Tão bela em sua forma, tão calorosa e pura em seu coração,
A imagem do amor na terra sem sua asa,
E sem malícia além da imaginação da esperança!
E certamente aquela que agora cria com tanto carinho
Sua juventude, em você, assim, de hora em hora, se ilumina,
Contempla o arco-íris de seus anos futuros,
Diante de suas tonalidades celestiais, toda tristeza desaparece.
Jovem Peri do Oeste! - É bom para mim
Meus anos já são o dobro dos seus;
Meus olhos sem amor podem te contemplar,
E ver com segurança suas belezas amadurecendo brilhar:
Feliz, pois nunca mais as verei em declínio;
Mais feliz ainda, que enquanto todos os corações jovens sangrarem
O meu escapará da condenação que seus olhos atribuem
Para aqueles cuja admiração será bem-sucedida,
Mas misturado com dores para as horas mais belas do Amor decretadas.
Oh! que esse olho, que, selvagem como o da gazela,
que ora ousado, que ora tímido,
Conquiste ao vagar, deslumbre onde mora,
Que passe o olhar por esta página, e não negue ao meu verso
Aquele sorriso pelo qual meu peito poderia em vão suspirar,
Se eu pudesse ser para você mais do que amigo:
Isso, querida donzela, concorde; nem pergunte por que
A uma pessoa tão jovem eu recomendaria minha obra,
Mas me diga que com minha coroa de flores
Tal é seu nome, com este meu verso entrelaçado;
E enquanto olhos mais bondosos olharem
Na página de Haroldo, a de Ianthe aqui consagrada
Assim será o primeiro a ser visto, e o último a ser esquecido:
Meus dias uma vez contados, se esta homenagem passada
Atraia seus dedos de fada para perto da lira
Daqueles que que te saudou, mais bela como eras,
Isso é o máximo que minha memória pode desejar;
Embora mais do que a esperança possa exigir, poderia
Da amizade pelo que possa exigir menos?
sábado, maio 18, 2024
Retorno fugaz - JUAN RAMON JIMENEZ – Trad. Eric Ponty - 64912
sexta-feira, maio 17, 2024
FRANCESCO PETRARCA _III_ TRAD ERIC PONTY
Olhos cansados, enquanto com saudade me volto para o belo rosto
Eu o volto para o belo rosto que lhe deu a morte,
cuide de seu destino,
pois o Amor já o desafia, e eu lamento.
FRANTESCO PETRARCA _ TRAD ERIC PONTY
quinta-feira, maio 16, 2024
FRANCESCO PETRARCA ll - TRAD. ERIC PONTY
VIl
Penas ociosas, gula e sonolênciado mundo à virtude impedem a entrada
e nossa natureza, que reverencia o uso
nosso caráter, que venera o jeito;
sábado, maio 11, 2024
FRANCESCO PETRARCA _ TRAD ERIC PONTY
domingo, maio 05, 2024
64903 LEITORES DO MEU BLOGGER
Para vocês, rainhas de minha alma, meu tesouro
Jovens belezas, por vocês eu
Devotei minhas horas douradas de lazer
segunda-feira, março 25, 2024
Divina Commedia C A N T O V TRAD ERIC PONTY
Para o penúltimo andar
No LIMBO Virgílio conduz seu pupilo até o limiar do segundo círculo do inferno, onde, pela primeira vez, ele verá os condenados no Inferno sendo punidos por seus pecados. Lá, barrando seu caminho, está figura hedionda de MINOS, o juiz bestial do submundo de Dante; Mas depois de palavras fortes de Virgílio, os poetas podem entrar no espaço escuro desse depois de palavras fortes de Virgílio, os poetas podem entrar no espaço escuro desse círculo, onde podem ser ouvidas as vozes lamentos dos lusitanos, cuja punição consiste em serem eternamente em um vento escuro e tempestuoso. Depois de ver mil ou mais amantes famoso - incluindo SEMIRAMIS HELENA, ACHILLES e PARIS - o Peregrino pede para falar com duas figuras que ele vê juntas.
Elas são FRANCESCA DA RIMINI e seu amante, PAOLO, e a cena em que aparecem é provavelmente o episódio mais famoso do Inferno.
No final da cena, o Peregrino, que foi tomado pela que foi dominado pela pena dos amantes, desmaia no chão.
domingo, março 24, 2024
Divina Commedia IV-TRAD.ERIC PONTY
Um forte trovão, de modo que me despertou
Como alguém que é despertado à força;
sábado, março 23, 2024
Divina Commedia - Canto III - TRAD.ERIC PONTY
para mim se vai na tristeza eterna,
Por mim vamos entre o povo perdido.





.bmp)







