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segunda-feira, setembro 19, 2022
Sonetos - JUAN BUSCÁN - Trad. Eric Ponty
domingo, setembro 18, 2022
SONETO 12 - SHAKESPEARE - TRAD. ERIC PONTY
Ver dia alegre afundar-se numa noite,
Quando olho violeta sem o teu esplendor,
Cachos de jatos cobertos de alva e prata;
SONETO 6 DE SHAKESPEARE - TRAD. ERIC PONTY
Rime - 4 - Michelangiolo Buonarroti - Trad: Eric Ponty
Quanto se gozou alegre bem contesta,
Da flor sobra crina doiro da guirlanda
Que um outro prévio há outro manda
Feito teu primo vais beijar ao julgo.
sábado, setembro 17, 2022
SONETO PARA MINHA MUSA - ERIC PONTY
Michelangiolo Buonarroti
O dia estava perto quando o Senhor,Quando meu senhorio foi o primeiro - Gaspara Stampa - Trad. Eric Ponty
Ainda bem, velho Hunt tenha sido cativo na prisão, - John Keats - Trad. Eric Ponty
sexta-feira, setembro 16, 2022
A partir da sombra a pomba prateada - John Keats - Trad. Eric Ponty
OS TEUS OLHOS DE TESOUROS - ERIC PONTY
Mais alvos e ainda mais intumescidos de tesouros do que as tendas feira, os teus belos seios. Ó minha desejada, estás tendas são do meu amor.
Quando perto do meio-dia quero encontrar tua face na minha cabeleira e acho o teu amor, teus olhos são duas estrelas que iluminam está noite de perfumes em que me resguardo.
Se algum dia, Ó minha desejada, que um outro dormiu em tua cabeceira e que teus olhos deram luz para o rosto desse maldito, não porei a minha língua qual uma navalha afiada, não usarei veneno fazendo o trajeto que só nos dois conhecemos ao lugar primeiro que nós vemos. Lá enterrarei, para a eternidade, e, o lenço que enxugará meus sentidos dos aís meus prantos!
ERIC PONTY
George Seferis - (DOIS POEMAS) - TRAD. ERIC PONTY
A garota abatida
Sobre a pedra da paciência que vocêsentou-se ao anoitecer com o negro olhar
Demostrando como se magoou então;
terça-feira, setembro 13, 2022
LITURGIAS ÍNTIMAS – PAUL VERLAINE - TRAD. ERIC PONTY
A CHARLES BAUDELAIRE
Eu não ainda te conhecia, não te amava,Não te conheço e te amo-o ainda menos:
Eu não assumiria teu nome difamado,
AVENT II
Nos meus países rústicos também,
NOÈL III
segunda-feira, setembro 12, 2022
5 - SONETOS DE SHAKESPEARE - TRAD. ERIC PONTY
SONETO 4 DE SHAKESPEARE - TRAD. ERIC PONTY
Em si, todo legado precioso que recebeu?
A vida só empresta, mas nada dá, em troca,
domingo, setembro 11, 2022
SONETO 3 DE SHAKESPEARE - Trad. ERIC PONTY
Que é tempo de se repetir noutra está face,
Pois se não se renovar num novo retrato,
sexta-feira, setembro 09, 2022
SONETO N2 - WILLIAM SHAKESPEARE - Trad. ERIC PONTY
quarta-feira, setembro 07, 2022
AZUL ANEL - DEDICADO RODRIGO PETRONIO - TRAD. ERIC PONTY
O MENINO PERDIDO
"Pai, pai, onde é que vais? Por essa.Não caminhem tão depressa! Cessa,
Diga, pai, diz com teu rapazinho, ninho,
Noite estava escura, nenhum pai havia por lá,
A criança estava ensopada com orvalho;
Lama funda, e da criança chorava mesmo cá,
E vapor voou ensopado com teu carvalho...
VENUS AND ADONIS - (Abertura) WILLIAM SHAKESPEARE - Trad. ERIC PONTY
Assim que a face avermelhada sol,
Deixou pra trás gemido matinal,
Que flamejante Adonis foi caçar,
Perplexa, Vénus, foi com passagem,
Com firme cotação de o seduzir,
"Três vezes", abancou ele, "mais bela",
Flor cardeal, doçura que se impõe,
Pombo branco, e não rosa vermelha,
É-me mais agradável do que um homem,
Natura, que o fez, por sua conta e risco,
Jurou que com sua vida o mundo enfim,
"Alivia, ó maravilha, o teu cavalo,
Prende essa sua nobre cabeça à sela.
Se me concedessem isto, em que troca,
Que mel de mil segredos será vosso,
Aqui, onde não há cobras, senta-se,
Deixem-me banhar-vos com meus beijos.
terça-feira, setembro 06, 2022
PARA UMA MULHER - PAUL VERLAINE - TRAD. ERIC PONTY
Estes teus versos graça consoladora,
Bons olhos onde um sonho doce ri e chora,
Da vossa alma pureza é toda boa, a vós,
Versos coração da minha angústia violenta.
segunda-feira, setembro 05, 2022
A CÓRDOBA (1585) - Luis de Gongora y Argote - TRAD. ERIC PONTY
O muro supino, as torres coroadas,
De honra, de majestade, galhardia!
Oh grande rio, grande rei da Andaluzia,
De areias nobres, se não areias douradas,
Planície fértil, as montanhas supinas,
Que privilegia o céu e as marrãs dias!
Ó pátria sempre gloriosa minha,
Tanto pra penas como pra espadas!
Se entre essas ruínas e miúdos,
De enricar banhos de Genil e Dauro,
Vossa memória não era minha comida,
Nunca merecem meus olhos ausentes,
Ver vossa parede, torres vosso rio,
Planície e cerros, Ó pátria, Ó flor Espanha!










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