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quarta-feira, agosto 17, 2022
EU E A SOLIDÃO DE UMA MULHER - ERIC PONTY
SOLDADO - Rupert Brooke - Trad. ERIC PONTY
terça-feira, agosto 16, 2022
A Visão dos Quatro arcanjos - Rupert Brooke - TRAD. ERIC PONTY
segunda-feira, agosto 15, 2022
KARINE - 2 - SONETOS -ERIC PONTY
Andavas calmamente entorpecida,
Nas flamas espaço resplandecida,
Na carne, em flamas do infinito céu...
Quando dentre as outras damas confortam,
domingo, agosto 14, 2022
NOSSA SENHORA DA BOA MORTE - ERIC PONTY
sábado, agosto 13, 2022
SONETO N1 - WILLIAM SHAKESPEARE - ERIC PONTY
sexta-feira, agosto 12, 2022
PARA UMA IMITAÇÃO EM SPENCE - JOHN KEATS - TRAD. ERIC P0NTY
quinta-feira, agosto 11, 2022
SLEEP AND POETRY - JOHN KEATS - TRAD. ERIC PONTY
SLEEP AND POETRY
Was unto me, but why that I ne might
Rest I ne wist, for there n’as erthly wight
[As I suppose] had more of hertis ese
Than I, for I n’ad sicknesse nor disease.”
segunda-feira, agosto 08, 2022
DAS CONVERSAS COM GILBERTO DE MENDOÇA TELLES
domingo, agosto 07, 2022
PARA PAZ - John Keats - TRAD. ERIC PONTY
NÓS OS DEVOTOS - ISOTOPICO DA FÉ EM CRISTO - ERIC PONTY
PAVANA PARA UMA MUSA FENECIDA - ERIC PONTY
Mesmo mentindo, a voz! Nota matinal,
Doce canto vésperas, sinal fresco, ou adorável.
Dos soluços que mortos nas dobras dos xales.
sábado, agosto 06, 2022
ISOTOPIA DA VIDA E DA MORTE - TRAD. ERIC PONTY
Eis a hora quieta em que os rebanhos se dirigem para o poço. Eis que esmoreceu. Espero a Bem Iluminada sentado as almofadas que um dia conservam onde recolhem a impressão de tua forma. Marcando a hora da aurora de segunda feira, já botei a janela entreaberta para que possa ouvir tua voz.
sexta-feira, agosto 05, 2022
Nossa Senhora da Boa Morte jaz - SONETOS - ERIC PONTY
Em teu leito mortal que já jazida,
Por que morreste para estar vida,
Nós que mortais rezamos teu deleite.
quarta-feira, agosto 03, 2022
SLEEP AND POETRY ( INICIO E TRECHO FINAL) - John Keats - TRAD. ERIC PONTY
Mais suave do que o belo zumbido,
Um pombo a cair no ar claro do verão;
Garoto-escola risonho, sem luto ou acurado,
Cavalgar os ramos de abeto de um olmo.
O por dez anos, que eu posso derrotar,
Mesmo na poesia; pra que eu possa fazer a obra,
Que minha própria alma tem a si mesma decidido,
Então passarei pelos países que eu vejo,
Em uma longa perspectiva, e continua,
Saboreie fontes puras. Inicial reino vou passar,
Da Flora, e do velho Pan: dormir na grama,
Alimentam-se de maçãs vermelhas, e morangos,
E escolher cada prazer que minha fantasia vê;
Pegue as ninfas mãos brancas em sítios sombrios,
Para atrair beijos doces dos rostos evitados, -
Brincar com dedos, tocar os ombros de branco,

E com estes ares vêm formas de elegância,
Parando os ombros de um cavalo,
Sem cuidado, e belo - dedos macios e redondos,
Dos caracóis luxuriantes; - e os laços rápidos,
De Baco de sua carruagem, quando seu olho,
Fez da bochecha da Ariadne parecer corada,
Assim eu me lembro de todo o prazer fluxo,
De palavras ao abrirem-se um portfólio.
Coisas como estas são sempre presságios
Aos trens de imagens pacíficas: os rixosos
Do pescoço dum cisne não visto entre juncos:
Um linnet começando tudo sobre os arbustos:
Uma borboleta, com asas douradas largas arredias,
Acolhendo rosa, fazendo convulsões fossem espertas,
Entre seus braços; alguns, claros que são jovens,
Siga alegre e sorridente, e não tenha medo;
Alguns olhando passado, outros com olhar para alto;
Sim, quilíades em quilíades de maneiras distantes,
Adiantar-se - agora uma linda grinalda de meninas,
Dançando cabelos lisos em caracóis enredados;
E agora com asas largas. Em mais terrível intenção,
Cocheiro, desses corcéis, está abaixado pra a frente,
E carece ouvir: Sendo do que eu poderia saber,
Tudo que ele escreveu com brilho tão intenso,
Visões são todas fugidas - Do carro é fugido,
Às luzes vindas do Paraiso, em os seus versos,
Sensação coisas reais vem duas vezes mais forte,
E, como tal dum riacho lamacento, suportaria,
Minha alma ao Nada: mas vou me esforçar,
Contra todas as dobras, e se manterá vivo,
Ervas daninhas do paciente; que agora,
Não são apresentadas por uma espuma.
Sinta tudo sobre sua casa ondulada.
Cabeça mansa de Sapho estava lá meio sorrir,
Mantinha sono longe: mas mais do disso,
VIZINHA DO PRÉDIO EM FRENTE A MINHA CASA - ERIC PONTY
Quando ser vivente estar entre à gente,
Unir-se à Morte no mundo viver.
Ao Ser, dessa Graça Ideal, Fundura.
ISOTOPIA DUMA MUSA – 2 – SONETOS - FRANCESCO PETRARCA - TRAD. ERIC PONTY
O som se ouve dum suspiro alimentava,
Ao coração jovem que delirava,
Homem em que mais tarde me tornei;
Quando me entreguei a esperanças vãs,
Sê alguém de conhecer o amor se elogia,
Peço-lhes piedade bem qual perdão.
segunda-feira, agosto 01, 2022
ISOTOPIA DA MOÇA - ERIC PONTY
Para quem tem paixão ofertado amor,
Quanto a ti surges lírica paisagem,
Só se deixa no céu então já olvidada.
Então vem se unir uma melodia,
Sendo então é preciso ser florista,
É que existência dessa tão perfeita,
Porque devo andar ao Sol mais plano.
Sendo Moça que é que é própria apartar,
Tão gentil que só espalha nas estrelas,
Da música um sentimento ao ar.
De perto já é duma moça aparta,
Pertences ao luar que jaz marinho,
Tão lívido pudor que vive adorno.
domingo, julho 31, 2022
DOIS CANTOS PARA AMADA INFANTA MORTA - ERIC PONTY
Mais suave em torno da dobra aberta,
E mundo vem suavemente pra àqueles,
Que são moldados em moldes tão suaves.
E a mim está ciência mais arrojada,
Ou então não me tinha atrevido a fluir,
Nestas palavras pra consigo, invadir,
Mesmo com um verso seu santo disgra.
Deus dá-nos amor. Algo para amar
Empresta-nos; mas, quando amor cresce,
Caindo, e, o amor então deixado em paz.
Mais uma vez. Dois anos cadeira é vista,
Sendo perda é mais rara; pra está estrela,
Nunca nasceu na terra. Pra apartar...
Não vos direi para não vós chorarem.
Meus próprios olhos enchem de orvalho,
Que luto seja ainda a sua própria amante.
Isto tira um pensamento nobre.
Memória viverá mui tempo sozinha,
Em todos nossos corações, luz triste,
Que se reproduz acima Sol decaído.
Vaidoso consolo! Memória em rocha,
Que atirada pelos olhos, na garganta,
Pois também era uma amiga pra mim:
O lugar daquela que dorme em paz.
Dormir doce, coração terno, em paz:
Dormir, alma santa, d´alma benção.
O TRABALHO DE GERTRUDE STEIN - GERTRUDE STEIN - TRAD. ERIC PONTY
O livro chamava-se Tender
Buttons e, exatamente nessa altura, havia uma boa diversão a ser feita por
causa disso nos jornais americanos. Eu tinha já tinha lido um livro de Miss Stein
chamado Three Lives e tinha pensado nisso contendo alguns dos melhores escritos
alguma vez feitos por um americano. Eu estava curiosa sobre este novo livro.
O meu irmão tinha estado numa
espécie de reunião de pessoas literárias sobre a noite anterior e alguém tinha
lido em voz alta o novo livro de Miss Stein.
A festa tinha sido um sucesso. Depois de algumas linhas, o leitor parou e foi saudado por gritos de gargalhadas. Foi de regra aceitar que o autor tinha e eu fizemos uma coisa a que nós, americanos, chamamos "fazer passar algo" - o significado sendo que ela, por uma estranha atuação esquisita, tinha alcançado atrair atenção a si própria, ser discutida nos jornais, tornar-se para um tempo uma figura na nossa vida abreviada, antecipada.
O meu irmão, como se verificou, não tinha ficado satisfeito com a explicação do trabalho de Miss Stein então em curso na América, e por isso comprou os Tender Buttons, e, trouxemo-lo até mim, e ficámos sentados durante algum tempo a ler as frases estranhas. "Ele dá às palavras para um estranho novo sabor íntimo e, ao mesmo tempo, faz palavras familiares parecem quase estranhas, não é", disse ele. O que o meu irmão fez, como vêem, foi para pôr a meu pensamento no livro, e depois, partir-se sobre a mesa, ele foi-se embora.
GERTRUDE STEIN - TRAD. ERIC PONTY