Preso nàlgema dos teus alvos braços
teci-as; cada um lembra um momento
do nosso amor que. por eternos laços,
outroia, nos unia a um Armamento...
MARANHÃO SOBRINHO
Os ruídos nuvens exalaram pompas,
passam mensagem, surdinas das trompas,
de fronte longo céu que aposte logros!
pasce, do sempre mármore do abléfaros.
Após ser do apenar, fulgidas Tebas,
protege avantesma crê catacumbas,
Audácia pura fim soprando bruma
do inaudível do véu mausoléu duma.
Discreta frente céu pastorear!
Mitra apreciar a luz de que repousa,
ópera casta eterna ecoa-se à lousa.
Ó templo anima abunda despejar!
Acede douro climas que dá treva,
friezas das minas, quisto nos transcreva.
ERIC PONTY
ERIC PONTY POETA-TRADUTOR-LIBRETTISTA
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