Um amigo que só a morte poderia separar;
Até que a inveja, com maligna garra,
te separou do meu peito para sempre.
É verdade que ela te afastou do meu peito,
No entanto, no meu coração mantendes o vosso lugar;
Lá, a tua imagem ainda deve descansar,
Até que o coração deixes de bater.
E quando o túmulo lhe devolveu a morte,
Quando a vida de novo ao pó é dada,
No vosso querido peito deitarei a minha cabeça.
Sem ti, onde estaria o meu paraíso?
February 1803
LORD BYRON - TRAD. ERIC PONTY
ERIC PONTY-POETA-MESTRE-TRADUTOR-LIBRETISTA
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