E um por um devo contar adorá-los:
Amada quero olhar certo olhar pluma,
Eu só quero ser teu admirador.
Os gregos te nomearão Medusa
Cacheada e alto fulgor madeixa.
Eu te chamo Ulisses minha enredada:
Meu coração conhece as portas da margem.
Quando tu te extravias dos próprios velos,
Não me esqueça, avisar-te que te elejo,
Não me deixes confuso ir sem teus belos.
Pelo mundo sombrio todas as passagens
Que só tem sombria, transitórias dores,
Até que sol suba a tez alva teu velo.
ERIC PONTY
ERIC PONTY-POETA-MESTRE-TRADUTOR-LIBRETISTA

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