Moema tuas luzes estão luzir céus,
Iam dar, sedosos, aos seus lábios,
A cada leve exalação do vento,
Dó agradável, por fim, passará:
Pelúcia tenra naquela pele fina
Que era sem barba em vez ser recortada,
Com sua rudeza e viço, conseguia
Dar mentira uma aparência verdade.
Daí a controvérsia sobre o quanto à luz,
Nobre equino devia à sua equitação,
Enquanto é que ele devia ao cavalo.
A sua graça, espalhada, era maior.
"E assim, na ponta da sua doce língua
Dormiam e espreitavam, à sua vontade!
ERIC PONTY

Nenhum comentário:
Postar um comentário