Pensando que só por si é digno onde toda a arte é empregada'. Penso que o artista deve dominar todas as formas e sistemas conhecidos de métrica, e com alguma persistência, tenho-me esforçado por fazer isto, estudando particular nos períodos em que os sistemas chegaram ao nascimento ou atingiram da maturidade. Tem sido reclamado, com alguns com justiça, que eu despejo os meus cadernos de notas sobre o público. Penso que apenas após uma longa luta, a poesia atingirá um tal grau de desenvolvimento, ou, se quiser, a modernidade, que diz respeito vital a pessoas que são habituadas, em prosa, a Henry James e Anatole France, em música de Debussy.
É tremenda importante que a grande poesia seja escrita, é não faz qualquer diferença quem os escreve. As demonstrações experimentais de um homem podem salvar o tempo de muitos - o meu furor sobre Arnaut Daniel- se as experiências de um homem experimentarem uma nova rima, ou abstração conclusiva de um bocadinho de disparates atuais aceitos, está apenas a fazer jogo limpo com os seus colegas quando se silencia do seu resultado.
Ritmo. -! Acreditar num 'ritmo absoluto', um ritmo, ou seja, em poesia que corresponde exatamente à emoção ou à sombra da emoção a ser expressa. O ritmo de um homem deve ser interpretativo, será, por conseguinte, no final, a sua própria, falsificável, não fácil.
Símbolos. -! Acreditar que o símbolo adequado e perfeito é o objeto natural, que se um homem usar Símbolos', deve utilizá-los de tal forma que a sua função simbólica não se omite; para que um sentido, e a qualidade poética da passagem, não se perca para aqueles que não compreendem o símbolo como tal, para quem, por exemplo, um falcão é um falcão.
Técnica. -! acreditar na técnica como o teste da sinceridade de um homem; na lei, quando é verificável; no espezinhamento de cada convenção que impeça ou obscureça a determinação da lei, ou a interpretação precisa do impulso.
Forma, -! penso que há um conteúdo 'fluido' e um conteúdo 'sólido', de alguns poemas podem ter forma como uma árvore tem forma, outros feitos qual água derramada para um vaso. Que as formas mais simétricas têm certas utilizações. De que um vasto número de sujeitos não pode ser preciso, e por isso não pode ser devidamente oferecido de forma igual.
Nenhum homem escreve muita poesia que 'importe'. Em massa, ou seja, ninguém produz muito que seja definitivo, e quando um homem não é fazendo esta coisa mais superior, esta frase de uma vez por todas está na perfeição feito este soneto de Ludovico Ariosto:
Pois, Fortuna, aquilo que o Amor me deu,
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