Em punir em milhares de delitos,
Oculto Amor, o arco recomeçou,
Qual homem que espera por tempo.
Foi minha virtude pra coração,
Fazer aí e nos seus olhos defesas,
Quando do golpe mortal desceu risos,
Onde cada clarão soia brotar;
E perturbado no primeiro assalto,
Não tinham vigor nem espaço dar,
Poderia pegar armas imperioso.
Fiel ao laborioso e alto morro,
Retirando-me cuidado tormento,
Do qual ele gostaria hoje, contigo.
FRANTESCO PETRARCA - TRAD. ERIC PONTY
POETA, TRADUTOR, LIBRETISTA ERIC PONTY
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