Olvido é como uma canção,
Que, livre de batimento e grau, vagueia.
Olvido é um pássaro cujas asas são compostas,
Que espalhado e inerte,
Qual pássaro que costeia vento sem ânimo.
Olvido é a chuva à noite,
Ou uma casa velha num bosque! - ou uma criança.
Olvido é alvo.
Alvo como uma árvore maldita,
E podendo atordoar a sibila em profecia,
Ou enterrar os Deuses.
Olvido consigo lembrar-me de muito!
HART CRANE - TRAD. ERIC PONTY
POETA,TRADUTOR,LIBRETISTA ERIC PONTY

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