Que possam ser iguais, das suas garras,
Da cabeça, do peito e destas penas,
Se a nitidez da luz ainda não estar lá,
Não reconhecer filhos da águia.
Apenas uma parte que não se igual,
Que não se pressionem os seus outros:
Magnânima natura, alto costume,
Digno dum amante sábio igual forma.
Para a sua mulher, o seu credo é,
Não deve, se ao seu prazer, seu desejo,
Se a todos desejos não se conformou.
Por conseguinte, não se deforme,
Pra que eu possa ser mais afável vós:
Pois ou nada ou tudo deve ser meu.
Trad. Eric Ponty
POETA,TRADUTOR,LIBRETISTA ERIC PONTY
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