Não deve usurpar nem nunca confiar para além,
Spry do seu corpo para lhe acariciar,
Líquen supino fiel de um peito muito largo,
Pois o fundo do mar é cruel.
-E, no entanto, grande piscar dos olhos do além,
De inundações sem margens, de sotavento liberto,
Samite sheeted é processada onde,
A sua vasta barriga undinal dobrou-se para a lua,
Rindo das inflexões de rapto do nosso amor;
Pegue este Mar, cujo diapasão está se ajoelhar,
Em pergaminhos de frases de prata nevadas,
Do ceptro terror de cujas sessões se rendeu,
Do grau que a sua conduta se moveu bem ou mal,
Todos menos as tortas das mãos dos amantes.
HART CRANE - TRAD. ERIC PONTY
POETA,TRADUTOR,LIBRETISTA ERIC PONTY

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