Onde dois ramos nascidos no mundo,
Que sobem, e que já estão tão altos,
Raramente surgiram doutros ramos:
Ramos que vão pra o grande Scipi a paro,
Se outros fossem cada vez mais louvados,
(Os meus olhos de sorte sabem disso,
Que felicidade num deles eu olhei-o),
Para si, tronco, ramos, sempre o céu,
Orvalho de chuva, que não os ofenda,
Por calor estação adversa, nem geada.
Folhagem e sombra abrem-se, espalham-se,
Tão verde para tudo; de honrado zelo,
Odor, flores, frutas toda Itália prestar.
Rime - XI - Trad. Eric Ponty
POETA, TRADUTOR, LIBRETISTA ERIC PONTY

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