(Azul nos jardins trémulos) ausentes d´água,
De isolar reviravolta dos poderes cascos,
Brilhou a cabeça douro cortar no pescoço.
Termine a beleza com a rosa e o alfinete!
Desde próprio espelho onde joias embebem,
Bizarras flamas cujo bouquet duro se dobra,
Ouvido deixado às palavras nuas ondas suaves.
Um vago braço inundado no Nada límpido,
Pra uma sombra de flor ser colhida em vão,
Sinuosos, dormem por meio delícias vazias,
Se outro, curvado puro sob o belo céu,
Entre imensos cabelos que humedecem,
Fisgou em ouro simples, um voo ébrio de insetos.
PAUL VALÉRY - TRAD. ERIC PONTY
POETA,TRADUTOR,LIBRETISTA ERIC PONTY
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