Foi pra sempre, mais do que do momento,
E as musas ainda estavam no seu auge,
É uma verdade conhecida, mas sonho.
Embora sonora, mal jus sua alma,
Apalpa a frente em alto dos pedais, Ou a malícia ardilosa elogia falsa,
Maravilhas que lemos e louvamos.
Pois meu julgamento ainda fosse velho,
Botaria continua ao lado dos pares,
Não procuraria nomes entre àqueles;
Você é um monumento sem seu túmulo,
Ou quando usava seu boné de bobo,
Quando chegou como Apolo pra dar-nos.
ERIC PONTY


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