A JORGE DE LIMA
No Mundo só uma criança irá portar,Que esteja em si feliz apartar Morte,
Que sinta alguma empatia por poesia,
Colapso de a solidão enamorar.
Outro cerne virá. A primavera,
É terna, amante seiva enrijecer,
Passagem ao caber no berço alma,
Quanto teu ser que viva unida chama.
Quando enfim o Lenheiro silenciar,
Com suas margens d’água das passagens,
Desaguar fontes d’água nestas margens.
Com saudade. Não ter forma translúcida,
A palavra chegue do pensamento,
Quando nossos laços unir TUA carne.
ERIC PONTY


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