O RETRATO
A Iwan Gilkin.
Ó caro coração! Ó Maio lindos olhos longes,
Com os teus lilases festivos, é está efígie,
Minha antanha memória, curvar qual Rei mago,
Espalhem Todos perfumes nos pés infantis.
Prá os teus olhos, onde a surpresa divina,
São um céu matinal surpreso pelo Sol,
E teu cabelo cinza cheira ao relógio alarme,
Lavanda e tomilho sob um beijo em brisa.
Implore em tua juventude lamber a tua mão,
Cães de caça saltam à chamada do teu dono.
E cá um estranho desejo vem sobre mim:
É pra voltar ser, graças à tuas notícias,
Criança tão pura, e, simples que eu não fui.
Albert Giraud - Trad. Eric Ponty
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