DEDICADO AO POETA K QUE LÁ ESTEVE
Crescer de um estado muito miserável deve ser fácil, cultivando a sua própria energia. Saio do sofá, vou ao contorno da mesa, mexendo a cabeça e o pescoço, ponho fogo nos olhos, tensiono os músculos ao seu contorno, enfrentando todos os sentimentos, saúdo A de forma tempestuosa quando chega, permito B com bondade no meu quarto, familiarizo na casa de C com extensos impulsos, que é tudo o que é dito apesar da dor e do esforço.
Mas mesmo que tudo surge funcione, com cada equívoco, que não pode deixar de ocorrer, tudo, tanto o fácil como o difícil, será dificultado, e, eu terei de andar em ambientes ao meu contorno.
Assim sendo que o melhor conselho é suportar tudo, comportar-se qual de uma mistura pesada e sentir-se ofuscar-se; não se deixar persuadir nem um único passo improfícuo; olhar para o outro com um olhar animal; não sentir qualquer pesar; em suma, esmagar com à própria mão do que restou da vida quão um espectro, ou seja, majorar a última calmaria sepulcral e não deixar nada que ficou depois...
Uma oscilação peculiar de tal estado é a oscilação do dedo mindinho sobre às sobrancelhas.
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