ANNA PETROVNA
Ainda me lembro da ocasião maravilhosa:
De quando apareceu perante o meu olhar,Quão um fantasma, quão um espírito fugaz,
De quão à alma da mais pureza graça.
Torturar melancolia não sê sem frutos,
Sê nesta vaidade e neste caos alto
Sendo sempre escutei a tua voz suave,
E pensei teu atributo em meus sonhos.
Anos passaram e os
ventos se espalharam,
Das minhas esperanças, naqueles dias,
Faltava-me o feitiço divino da tua voz,
E os predicados abençoadas de tua face.
Atingida na escuridão e separação,
Meus dias foram tão frouxos por conflitos.
Que faltavam de fé e tua inspiração,
Faltavam de choros e amor dessa vida.
Mas tempo chegou; a Minh’ alma desperta,
E mais uma vez pintada perante mim
Qual fantasma, quão um espírito fugaz,
Qual a alma da mais pureza de tua graça.
Mais uma vez o meu coração bate em êxtase,
Mais uma vez, tudo desperta diante de ti:
Sendo minha fé e inspiração estadia longa,
Sendo lamentações, dessa vida e o Amor.


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