O POETA ERIC PONTY LADEADO PELA EDITORA GALLO BRANCO
Augustos sonhos que neste dilúvio,
Nos redobram à consciência nas janelas,
Onde passam homens, sombras e sons.
Será que diante desta tempestade,
Cavalgam réstias de infinitos dobres,
No badalar ausentes de ínfimas horas,
Saberecarão Mortos postos réstias.
Duma multidão murmurar às gentes,
Suas dores, seus réquiens que o Todo,
Se ajuntam qual numa Urna infinitos.
Uma vez, que trespassados dos cumes,
Sendo há navalha pia cortam-nos buços,
Que brincam com memória dos Lenheiros.
ERIC PONTY
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