á KARINE
Sangue das minhas veias, coração urgido, Sol,
Iluminando à luz da avenida oito luzes,
Dentre às janelas num eterno de diálogo,
Que sóis correspondência dentre às janelas.
És eterna escondida entre às gentes dizem,
Sendo esbouço pintado ao cotidiano aprazível,
Já fazem longos anos que lhe perdi efígie,
Mas, ainda se criam incêndios que jazem flamas.
Onde que está olvidada aparta essa demora.
Quando virá chamar-me No reino das sombras,
São muitos dias, anos, tristeza até chega.
As chamas por acaso lhe queimam dias,
Fazendo sonhos continentes desse orbe,
Será afinal à Lua se demostrará Eurídice...
ERIC PONTY
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