Sê Leandro, foi dum parvo, Pierrot,
Que também se foi que num instante,Indo já atravessar capins do mato,
Já Cassandra que debaixo capuz!
Arlequim também, indo, azedume
Assim sendo do capricho fantástico
Com fatos muitos loucos, olhares,
Que brilhando sob essa tua máscara,
— Do, mi, sol, mi, fá —— Do, mi, sol, mi, fá —
Todos neste mundo irão, sorrisos, cânticos
Dançarem bem em frente bela criança
Que má, em cujos olhos perversos,
São quais dos olhares verdes das bichas,
Que nos mantenham os seus apelos
E dizer-vos: "Abaixo com tua garra"!
Do cansaço da fatiga dos astros,
Ó, digam-me das quais monótonas
Da crueldade destas catástrofes,
Quem já duma criança implacável,
Veloz e ancestre em suas saias,
Duma rosa apartada chapéu lhes
Conduzir do teu rebanho de duques.
PAUL VERLAINE - TRAD. ERIC PONTY
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