Sendo limpidez céu luz formou pura,
Lucidez à lua tão claras às estrelas,
Clarezas formas efêmeras centelhas.
Que ao ar ergueu à destruição apura;
Lucidez à lua tão claras às estrelas,
Clarezas formas efêmeras centelhas.
Que ao ar ergueu à destruição apura;
Ao que sendo raio de Sol, na pureza,
Lavoura custou ao vento mil querelas,
Já relâmpago se fez em suas ruelas,
Temerosa luz na relva fez-se obscura.
Lavoura custou ao vento mil querelas,
Já relâmpago se fez em suas ruelas,
Temerosa luz na relva fez-se obscura.
Todo o conhecimento torpe humano,
Se esteve obscuro sem que as mortais,
Plumagens pudessem ser, voo ufano.
Se esteve obscuro sem que as mortais,
Plumagens pudessem ser, voo ufano.
Os pássaros discursos racionais,
Até que o teu, sumo, que lhes dê luz,
Sendo sujas às luzes celestiais.
Até que o teu, sumo, que lhes dê luz,
Sendo sujas às luzes celestiais.
II
Ser mesclada dor cores maravilha,
Divina protetora aparecida,
Que ser se passa prosa racional,
Apareceu ser prosa de celestial;
Divina protetora aparecida,
Que ser se passa prosa racional,
Apareceu ser prosa de celestial;
Sendo vez ao cristão (há quem nos fervilha,
Cerviz insurgente Salmos), ufana,
Até aqui inteligência reinante,
Sendo pura grandeza clamor sinal.
Cerviz insurgente Salmos), ufana,
Até aqui inteligência reinante,
Sendo pura grandeza clamor sinal.
Já ao Céu, cujo clone misterioso,
Foi segunda vez sinais celestiais,
De silogismos cores claras assuma:
Foi segunda vez sinais celestiais,
De silogismos cores claras assuma:
Pois não menos dê traslado formoso,
Ser cores teus versos tão imortais,
Qual maravilha tua cultura pluma.
Ser cores teus versos tão imortais,
Qual maravilha tua cultura pluma.
ERIC PONTY
Nenhum comentário:
Postar um comentário