1ª . . . . . . . . do céu . . . . . . 2ª . . descendo
venham até mim, de Creta até este templo sagrado, onde há uma deleitosa floresta,
de macieiras e altares que ali exalavam fumaça de incenso,
e a água fresca murmura entre os galhos da macieira e das roseiras
por todo o lugar
sombra, e das folhas que se pulsam
uma sonolência toma conta,
e ali, em um prado repleto de ervas, surgem flores primaveris,
e as brisas sopram suavemente . . . . . . . . . . . .... Lá, depois de te coroarem, Cipris,
em taças de ouro, com delicadeza,
o néctar que se mistura nos banquetes
escanceia.
venham até mim, de Creta até este templo sagrado, onde há uma deleitosa floresta,
de macieiras e altares que ali exalavam fumaça de incenso,
e a água fresca murmura entre os galhos da macieira e das roseiras
por todo o lugar
sombra, e das folhas que se pulsam
uma sonolência toma conta,
e ali, em um prado repleto de ervas, surgem flores primaveris,
e as brisas sopram suavemente . . . . . . . . . . . .... Lá, depois de te coroarem, Cipris,
em taças de ouro, com delicadeza,
o néctar que se mistura nos banquetes
escanceia.
SAFO DE LESBOS - TRAD. ERIC PONTY
POETA - TRADUTOR - LIBRETISTA
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