Deveria estar na janela àquele onze setembro,
Tão suave, quando àquele avião tão formoso,
Nunca no céu caiu
Nesta aurora da manhã no final de inverno,
Colisão dando a graça consumada,
Feito formosa colisão, mansa fera,
Quando a morte me inspirou a carruagem,
Pai, como é o infinito, agora na carruagem,
Diz meu Pai, antes que eu jaza com avião,
Há tantos alvitres com termo suicídio,
Pois certa vez tentei pegar a carruagem
Que levava para à janela daquele avião,
Quando a morte me inspirou a carruagem,
Pai, como é o infinito, agora na carruagem,
Por Jesus, salva-me de mim mesmo,
Pegando a carruagem que leva ao infinito,
Que levava para à janela daquele avião!
Pai, como é o infinito, agora na carruagem,
Diz meu Pai, antes que eu jaza com avião,
Pois certa vez tentei pegar a carruagem
Que levava para à janela daquele avião.
ERIC PONTY

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