P/ Olavo Bilac
Os ruídos nuvens exalaram pompas,
passam mensagem, surdinas das trompas,
do rosto longo céu que aposte logros!
pascer do sempre mármore do raro!
Após ser do apenar, fulgidas Tebas,
protege avantesma crê catacumbas,
Audácia pura fim soprando bruma
do inaudível do véu mausoléu duma.
E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".
Ó templo, anima abunda despejar!
Acedem douros climas que dá treva,
Das friezas das minas, quisto os transcreva.
ERIC PONTY
ERIC PONTY POETA-TRADUTOR-LIBRETTISTA
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