Os ruídos nuvens exalaram pompas,
passam mensagem, surdinas das trompas,
do rosto longo céu que aposte logros!
pasce, do sempre mármore do agro!
Após ser do apenar, fulgidas Tebas,
protege avantesma crê catacumbas,
Audácia pura fim soprando bruma
do inaudível do véu mausoléu duma.
Discreta frente céu pastorear!
Mitra apreciar à luz que lhe repousa,
ópera casta eterna ecoa-se à lousa.
Ó templo anima abunda despejar!
Acede douros climas que dá treva,
friezas das minas, quisto nos transcreva.
Eu indago Amarílis, tu infeliz,
agravar aos deuses deem maçãs,
atrelar sobre Albas tão nativas
Tityrus partiu a casa pinhos confins
Tityrus, o vero maio, vera água,
Aqui ficaram atraídos a ti!
Logo que nos raspar a mão da sorte,
ou seja, nesta serra, ou noutra terra,
Nossos laços terão, farão a corte
De esgotar os dois a mesma terra.
Na calpa, cingida de ciprestes,
Predirão dos vocábulos os louvores:
“Quem ansiar ser ditoso nos amores,
Adote dos moldes nos deram destes.”
Perdões, ó minha eleita desconhecida bela,
Perdões à má fortuna!
ERIC PONTY
ERIC PONTY POETA-TRADUTOR-LIBRETTISTA
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