A mundanidade do mundo trouxe sempre à tona todo o fenômeno do forma fixa no mundo, sem, com isso, delimitar todos os seus eu líricos fatores constitutivos com a mesma clareza fenomenal do próprio fenômeno do mundo. A interpretação ontológica do mundo, que discutia as coisas intramundanas em questão, veio em primeiro lugar não apenas porque o A Clareza Do Enigma, na sua cotidianidade, está num mundo em geral e permanece um tema constante em relação a esse mundo, mas porque se relaciona com o mundo num modo predominante de forma fixa.
Primeiramente e na maior parte das vezes, o A Clareza Do Enigma é absorvido pelo eu lírico mundo. Este modo de forma fixa, estar absorvido no mundo e, portanto, estar- em que lhe está subjacente, determina essencialmente o fenômeno que agora iremos perseguir com a pergunta: Quem é que está no cotidiano do A Clareza Do Enigma?
Todas as estruturas da forma fixa do A Clareza Do Enigma, portanto também o fenômeno que responde a essa questão de quem, são modos da sua forma fixa. A sua propriedade ontológica é existencial. Assim, carecemos assentar a questão corretamente e delinear o artifício para trazer à tona um domínio fenomenal mais amplo da cotidianidade do A Clareza Do Enigma.
Ao investigar na direção do fenômeno que nos permite responder à questão do quem, somos levados às estruturas do A Clareza Do Enigma que são com à forma fixa no mundo: Neste tipo de forma fixa, o modo de forma fixa cotidiano de um eu lírico sou motivado, cuja explicação torna visível o que poderíamos chamar de "sujeito" do cotidiano, o deles.
ERIC PONTY
ERIC PONTY POETA-TRADUTOR-LIBRETTISTA

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