"Unhas puras muito altas dedicando ônix,
Angústia, meia-noite, sustenta, lampadáfora,
Nosso sonho de véspera carvão pela Fênix
Que nenhuma ânfora cinerária recolhe.
No aparador, sala de estar vazia: sem ptyx
Abolida bugiganga sonora inanidade,
(Pois o mestre foi tirar flores do Estige
Único objeto com qual nada se honra).
Mas perto do vago cruzar ao norte, um ouro
Agoniza talvez de acordo com o cenário
Unicórnios rugindo fogo contra um nixe,
Ela, morta, ainda nua no espelho
Que, no olvido culto pela moldura, se fixa
Com cintilações assim que o septeto."
S.Mallarmé- Trad.Eric Ponty
ERIC PONTY POETA-TRADUTOR-LIBRETTISTA
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