O que o levou a traduzir As Flores do Mal?
Sou um bibliófilo de Flores do Mal, dos quais tenho autografado a tradução extraordinária de Ivan Junqueira, que muito admiro. Comecei de brincadeira ao traduzir alguns poemas, depois fui fisgado por estas flores doentias sendo assim que nasceu essa tradução que me espelhei para realizá-la na tradução portuguesa de Fernando Pinto do Amaral.
Ter este livro uma dimensão mítica teve algum peso na sua decisão?
Sim teve uma dimensão mítica, pois, estas flores doentias nos fisga na alma do qual vamos entranhando em cada palavra e estrofe pela dimensão musical dos versos ou de suas estrofes que nos engole na alma.
Qual foi o seu primeiro contacto com a obra?
Com Jamil Almansur Haddad que fez um ótimo levantamento de sua época, depois, foi a tradução extraordinária de Ivan Junqueira que me deu o livro autografado, que guardo como uma preciosidade.
O que mais o seduz em As Flores do Mal?
Todas as flores doentias me seduzem, pois são um desafio de tradução, como afirmou o crítico e tradutor Ivo Barroso fazendo uma análise de minha poesia, que disse se tratar de poesia simbolista; desta maneira me confrontei com o mestre francês.
Tem algum poema preferido?
Tenho vários, mas a cada poema que leio fico seduzido como oxigênio para respirar, tanto que já traduzi Paris Spleen - Pequenos poemas em prosa, e, biografia realizada por Charles Baudelaire - Théophile Gautier, e, pretendo traduzir sua correspondência em língua portuguesa inédita entre nós.
Foi uma obra formadora na sua vida, ao ponto de influenciar a poesia que tem vindo a publicar?
Como afirmou o crítico e tradutor Ivo Barroso fazendo uma análise de minha poesia, que disse se tratar de poesia simbolista sendo assim um encontro de almas, que perfazem está troca de sentidos do poeta francês.
Quais os principais desafios que uma tradução de As Flores do Mal levanta?
Como bibliófilo posso cotejar cada tradução que se apropria das Flores do Mal, segundo o crítico e Ivo Barroso disse minha tradução de Paris Spleen - Pequenos poemas em prosa se trata de uma tradução que é uma obra prima. Quanto se apropriar das Flores do Mal, deixa sua influência nos seus tradutores, que sugam o seu oxigênio desses versos que sucumbem na sua dicção.
E dialogou com as traduções de Jamil Almansur Haddad, Fernando Pinto do Amaral, Ivan Junqueira, Júlio Castanõn Guimarães, Mário Laranjeira, Margarida Patriota?
Fui lendo as soluções de cada tradutor para dar passagem a minha dicção baudelairiana, que não deixa soluções a margem dos seus versos simbolistas.
Esta é mais uma edição mais completa de As Flores do Mal. O que acha que ganhará o leitor com essa visão mais abrangente, para lá das Jamil Almansur Haddad, Fernando Pinto do Amaral, Ivan Junqueira, Júlio Castanõn Guimarães, Mário Laranjeira, Margarida Patriota?
Como eu já disse são versos que sugam o seu oxigênio desses versos que sucumbem na sua dicção.
Que impacto espera que uma tradução como esta possa ter em quem se interesse por poesia, incluindo em poetas em formação?
Que esses versos possam sugar dos leitores de poesia uma passagem a minha dicção baudelairiana.
Sou um bibliófilo de Flores do Mal, dos quais tenho autografado a tradução extraordinária de Ivan Junqueira, que muito admiro. Comecei de brincadeira ao traduzir alguns poemas, depois fui fisgado por estas flores doentias sendo assim que nasceu essa tradução que me espelhei para realizá-la na tradução portuguesa de Fernando Pinto do Amaral.
Ter este livro uma dimensão mítica teve algum peso na sua decisão?
Sim teve uma dimensão mítica, pois, estas flores doentias nos fisga na alma do qual vamos entranhando em cada palavra e estrofe pela dimensão musical dos versos ou de suas estrofes que nos engole na alma.
Qual foi o seu primeiro contacto com a obra?
Com Jamil Almansur Haddad que fez um ótimo levantamento de sua época, depois, foi a tradução extraordinária de Ivan Junqueira que me deu o livro autografado, que guardo como uma preciosidade.
O que mais o seduz em As Flores do Mal?
Todas as flores doentias me seduzem, pois são um desafio de tradução, como afirmou o crítico e tradutor Ivo Barroso fazendo uma análise de minha poesia, que disse se tratar de poesia simbolista; desta maneira me confrontei com o mestre francês.
Tem algum poema preferido?
Tenho vários, mas a cada poema que leio fico seduzido como oxigênio para respirar, tanto que já traduzi Paris Spleen - Pequenos poemas em prosa, e, biografia realizada por Charles Baudelaire - Théophile Gautier, e, pretendo traduzir sua correspondência em língua portuguesa inédita entre nós.
Foi uma obra formadora na sua vida, ao ponto de influenciar a poesia que tem vindo a publicar?
Como afirmou o crítico e tradutor Ivo Barroso fazendo uma análise de minha poesia, que disse se tratar de poesia simbolista sendo assim um encontro de almas, que perfazem está troca de sentidos do poeta francês.
Quais os principais desafios que uma tradução de As Flores do Mal levanta?
Como bibliófilo posso cotejar cada tradução que se apropria das Flores do Mal, segundo o crítico e Ivo Barroso disse minha tradução de Paris Spleen - Pequenos poemas em prosa se trata de uma tradução que é uma obra prima. Quanto se apropriar das Flores do Mal, deixa sua influência nos seus tradutores, que sugam o seu oxigênio desses versos que sucumbem na sua dicção.
E dialogou com as traduções de Jamil Almansur Haddad, Fernando Pinto do Amaral, Ivan Junqueira, Júlio Castanõn Guimarães, Mário Laranjeira, Margarida Patriota?
Fui lendo as soluções de cada tradutor para dar passagem a minha dicção baudelairiana, que não deixa soluções a margem dos seus versos simbolistas.
Esta é mais uma edição mais completa de As Flores do Mal. O que acha que ganhará o leitor com essa visão mais abrangente, para lá das Jamil Almansur Haddad, Fernando Pinto do Amaral, Ivan Junqueira, Júlio Castanõn Guimarães, Mário Laranjeira, Margarida Patriota?
Como eu já disse são versos que sugam o seu oxigênio desses versos que sucumbem na sua dicção.
Que impacto espera que uma tradução como esta possa ter em quem se interesse por poesia, incluindo em poetas em formação?
Que esses versos possam sugar dos leitores de poesia uma passagem a minha dicção baudelairiana.
UMA TRANSEUNTE
Em meio a um rugido ensurdecedor, esbelta
E alta, vestida em negro da cabeça aos pés,
Ela passou por mim, envolta em majestosa,
Mão de joias levantando a bainha da saia.
De feitio feminil, graciosa e imponente.
Eu tremia qual tolo, solvendo àqueles olhos,
Tempestuoso céu cinzento tão furioso,
Uma alegria mortal, doçura cheia de riscos.
Relâmpago - escureceu! Escapando de mim,
Beleza dava à vida dum rápido olhar -
A vida não é mais vista, antes da Eternidade?
Em outro lugar... longe demais! tarde demais!
Nunca, por acaso...Pois me ignorou - ou fingiu -
Ó podia abarcado amor, Ó bem sabia!
ÉRIC PONTY

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