As estátuas foram as primeiras a partir.
Um pouco depois, as árvores, as pessoas, os animais. A terra
parecia abandonada.
Um vento forte soprava. Jornais e espinhos eram levados pelo vento das estradas. Quando a noite chegou, as luzes se acenderam sozinhas.
Um homem voltou sozinho, olhou em volta, tirou a chave e enfiou-a no chão, se a estivesse a confiar a uma mão subterrânea ou se a estivesse a plantar uma árvore. Depois, subiu a escadaria de mármore e olhou para a cidade distante.
Cuidadosamente, as estátuas também voltaram, uma a uma.
Um pouco depois, as árvores, as pessoas, os animais. A terra
parecia abandonada.
Um vento forte soprava. Jornais e espinhos eram levados pelo vento das estradas. Quando a noite chegou, as luzes se acenderam sozinhas.
Um homem voltou sozinho, olhou em volta, tirou a chave e enfiou-a no chão, se a estivesse a confiar a uma mão subterrânea ou se a estivesse a plantar uma árvore. Depois, subiu a escadaria de mármore e olhou para a cidade distante.
Cuidadosamente, as estátuas também voltaram, uma a uma.
Yannis Ritsos - Trad. Eric Ponty
ERIC PONTY POETA-TRADUTOR-LIBRETTISTA
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