SONETO 1
P/Claudecir De Oliveira Rocha
Das criaturas mais belas desejamos aumentar,
Para que assim a rosa da beleza nunca morra,
Mas feito a mais madura deve morrer com a era,
Seu terno herdeiro possa guardar sua memória:
Mas você, contraído por seus próprios olhos brilhantes,
arde a chama de sua luz com combustível auto substancial,
Fazendo fome onde há abundância,
A si mesmo seu inimigo, para seu doce eu muito cruel.
Tu que agora és o novo ornamento do mundo,
E único arauto da primavera vistosa,
Em seu próprio botão enterra seu conteúdo,
E, terno rapaz, desperdiça sua negligência
Que o mundo se compadeça, ou então seja este glutão,
Para comer o que o mundo merece, junto ao túmulo e a ti.
William Shakespeare, -TRAD.Eric Ponty
Desejamos que as mais belas criaturas da natureza tenham seus próprios brotos (crescimento), para que a rosa da beleza nunca morra; é um curso geral da natureza que é um curso geral da natureza que, à medida que qualquer criatura amadurece (envelhece), seu tenro herdeiro (rebento) toma seu lugar e herda a beleza de seu predecessora.
Mas, fascinado (contraído) por seus próprios olhos brilhantes, queimando, como vela (cera), seu próprio eu para sustentar a chama de sua luz (beleza), causando fome onde há abundância (ou seja, ao deixar de gerar um filho), você está se mostrando seu próprio inimigo e cruel demais com seu próprio doce eu. Agora é o novo ornamento do mundo e a única pessoa que representa corretamente a beleza e o frescor da primavera (apenas um arauto da primavera vistosa), mas está desperdiçando essa beleza celestial em sua ganância absoluta (ou seja, a ganância de manter a beleza física ao custo de manter a beleza física ao custo de gerar um filho), enterrando assim a semente da beleza em seu próprio corpo.
Tenha dó deste mundo (ou seja, gerando um filho em quem sua beleza será herdada e manterá o mundo ornamentado), caso contrário, isso (ou seja, você não gerar um filho) significaria que está comendo (destruindo), como um como um glutão, não apenas a semente da beleza, mas também a si mesmas.
Mohan Vaishnav - TRAD.Eric Ponty

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