I
O sol entoar, em antigo torneio,Com esferas irmãs, um ar rival;
E a sua viagem predestinada,
Remata com som estrondoso.
Em tua visão, ninguém a pode envolver,
Dá força aos anjos; o contíguo,
De obras, insondável esplêndidas,
É glorioso como no primeiro dia.
II
Insondável veloz, cuja trompa,
A pompa da Terra gira em voo,
Como o brilho do Éden é sucedido
Numa noite profunda e assustadora,
Em torrentes influentes espuma o oceano
Contra os rochedos com um rugido.
Em abalo esférico sempre ligeiro,
Tanto a rocha como o mar são frouxos.
III
E tempestades rivais rugem e devastam
Do mar, e da terra, de terra a mar,
E, furiosos, formam cadeias de selvagens,
Uma energia profunda destrutiva.
Há uma devastação intermitente,
Para limpar o caminho do trovão;
Mas, Senhor, a impressão em teu arauto,
É pela suavidade do vosso teu dia.
IV
A visão, ninguém a pode compreender,
Dá força aos anjos; em teu conjunto,
De obras, insondável de esplêndidas,
Sendo glorioso como no primeiro dia.
ERIC PONTY
ERIC PONTY

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