Mas sem fida na vinda;
Ora cheios, já não rezam,
Senão flamas de infinito.
Ficam-se esquivos, distantes,
Estão escutar brio esmolas,
Que os penitentes pedem,
Mas o silêncio se olvida.
Não desfazer dos que brandam,
Suas mínguas, onde se pisa,
Onde logo então rezar,
Que Palmas ardida flamam.
Esmolham-se das esmolas,
Rezas em plumas esvaem,
Os verpes estão nas tumbas,
Tais lendo-o pergaminhos.
Se empardecer dos meninos,
Se a vidas em si já é fida,
Restam apenas se iam,
Transfigurados de lida.
Lembro que foram-se equívocos,
Furtaram de si em si,
Ora agreste não bebem,
Pois fidas permanecem.
O Vampir sentam-se à tumba,
Vossas sombras tão sombrias,
De que ainda ardem no sol,
Sentaram -se amanhã.
ERIC PONTY

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