Enviar-me igual se eu tivesse caído no nó,
Dum dia caído - vaguear relvado catedral
Poço ao crucifixo, pés esfriam no degrau a partir do inferno.
Não seu nada ouviu, não viu desse corpo,
Das sombras na torre, cujos ombros vibram,
Dos Carillons antiphonal lançados antes,
Das estrelas pegas e encobertas no raio do sol?
Sinos, digo eu, sinos quebram a sua torre;
Balanço não sei onde. Suas línguas gravam,
Membrana por meio da medula, mui varia,
De espaços quebrados - E eu, seu escravo sexton!
Destas encíclicas ovais em desfiladeiros,
O nó supino com coro. Vozes em banco mortas!
Pagodas, campanários com revelilles outleapin,
Dos ecos em socalcos prostrados na planície! ---
E assim entrei neste mundo fragmentado,
Traçar companhia visionária do amor, a sua voz,
Um instante ao vento (não sei para onde atirou)
Mas não por mui tempo mantendo cada escolha desesperada.
Minha palavra derramei. Mas foi cognata, pontuada,
Desse tribunal monarca do ar,
Cuja coxa embroma terra, atinge a palavra cristal,
Em feridas futuras uma vez à esperança - fenda ao desespero?
Invasões íngremes do meu sangue deixaram-me,
Sem resposta (poderia o sangue segurar a torre tão alta,
Como se a questão fosse verdadeira?) - ou é ela,
Em cuja doce mortalidade abalam o poder latente?
E por meio de cujo pulso ouço, contando traços,
Minhas veias recordam e juntam, revivem e com certeza,
Angelus das guerras que do meu peito evoca:
O que tenho curado, de original e puro ---
E constrói, no interior, torre que não é de pedra,
(Não o paraíso da lata de pedra) -mas resvalar,
De seixos - asas visíveis do silêncio semeado,
Círculos azuis, alargar-se à medida que mergulham.
Matriz do coração, erguer pelo olho,
Que aprova o lago pacato e dilata uma torre ---
Deste cómodo e alto decoro do céu,
Expõe a sua terra, e ergue o amor no seu chuveiro.
POETA,TRADUTOR,LIBRETISTA ERIC PONTY

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