E nome que o Amor me escreveu no peito,
LAU-dando começa ouvir falar frente,
Som do seu primeiro acento doce;
O seu status RE-al que então se ecoa,
Duplica meu valor pra uma empresa alta;
Ma “TA-ci,” grita multa, "fazer a honra,
É doutros seres humanos que é de ti".
Assim LAU-dare RE-verire ensina,
Própria voz, embora outros o chamem,
Ou de toda reverência e honra digna;
Se não fosse Apollo que desdenhada,
Falando do seu ramo sempre verde,
Lingua mor-TA-l presunçosa vegna.
FRANTESCO PETRARCA - TRAD. ERIC PONTY


Nenhum comentário:
Postar um comentário