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sábado, julho 30, 2022

OS QUARTOS (EXTRATO) - GERTRUDE STEIN - TRAD. ERIC PONTY

Obrar para que não haja uso num centro. Uma ação ampla não é uma largueza. . Um preparativo é dado aos que se preparam. Eles não comem quem menciona prata e doces. Havendo uma arte.
Um centro inteiro e uma fronteira fazem do forro uma forma de vestir. Não é por isso que há uma voz é o que resta duma oferta. Não houve aluguer.
Assim, a melodia que está ali tem uma pequena peça para tocar, e o exercício é tudo o que há de rápido. A ternura e a verdade que não faz largueza para cortar é o tempo que há questão a adoptar.
Para começar o cargo, não há vagão. Não há mudança de isqueiro. Foi feito. E depois o espalhamento, que não estava a ser feito e que precisava de ficar de pé, e ainda assim o tempo não foi tão difícil porque não estavam todos no lugar. Não tinham troco. Não foram respeitados. Eram isso, fizeram-no tanto na matéria e isto mostrou que aquele povoado não estava condensado. Estava ali lavrado. Qualquer mudança estava nas extremidades do centro. Uma pilha era pesada. Não havendo qualquer mudança.
Ardido e atrás e levantando uma pedra temporária e levantando mais do que uma gaveta.

O exemplo de haver mais é um exemplo demais. A sombra não brilha no modo como há uma linha negra. A verdade chegou. Há um distúrbio. Confiar no rapaz de um padeiro significava que haveria muita troca e de qualquer forma o que é a uso de uma cobertura para uma porta. Há um uso, eles são duplos.
Se o centro tiver o lugar, então há distribuição. Isso é natural. Há uma contradição e, natural, o regresso para local sendo natural.
São dos lados e o centro. Isto pode ser visto a partir da descrição.
O autor de tudo o que está lá dentro atrás da porta e que entrou pela manhã. Explicar o escurecimento e a expectativa de relação é tudo uma peça. O fogão é maior. Era de uma forma que não tornava o público maior, se a abertura for assumida porque não haveria de haver de rebaixar. Qualquer força que seja aplicada sobre o chão mostra fricção. Isto é tão agradável e doce e, no entanto, vem a mudança, vem o tempo de apertar mais ar. Isto não significa o mesmo que a supressão.
Um leãozinho persistente e uma cadeira chinesa, todo o queijo bonito que é pedra, tudo isso e uma escolha, uma escolha de um mata-borrão. Se é difícil fazê-lo de uma maneira, não há lugar de problemas semelhantes. Nenhum. Todo o arranjo é estabelecido. O fim da qual é que há uma sugestão, uma sugestão de que pode haver uma brancura diferente de uma parede. Isto foi pensado.
Uma página a um canto significa que esteja vergonha não é maior quando a mesa está mais tempo. Um copo é de qualquer altura, é mais alto, é mais simples e se fosse colocado, não haveria qualquer dúvida.
 Algo que é uma ereção é aquilo que se mantém de pé e alimenta e silencia uma lata que está a inchar. Isto não faz nenhum desvio que seja dizer o que se pode exaltar, o que é cozinhar.
Um brilho é aquele que, quando coberto, muda essa permissão. Um invólucro mistura-se com o mesmo, ou seja, há uma mistura. 
Uma mistura é àquela que não contém ratos e isto não é por causa de um chão, é por causa de Nada, não é por causa duma visão.
Quando o local foi trocado ficou todo o que foi retido e o Todo o que não agradaria mais do que do outro. A questão é está, é possível sugerir mais para substituir essa coisa. Esta questão que está negação perfeita fazendo com que o tempo modifique a toda a hora.


Qualquer tempo molhado significa uma janela aberta, o que está ligado a comer, qualquer coisa que seja violenta e cozinhada e demostre que o tempo é o mesmo no final e porque é que há mais uso em algo do que em tudo isso.

As caixas são feitas, e, os livros, os livros de fundo são usados para se fixar as lamentações e a igreja. São até empregados para trocar chinelos pretos. Não podem ser remendados com cera. Não demostram qualquer obrigação de tal ocasião.

Um salgueiro e nenhuma janela, um lugar largo e estranho, uma intensidade fazem dele um centro ativo.
A visão de nenhum gato maricas é tão díspar que uma zona do tabaco sendo branco e creme.

Um lilás, sendo todo lilás e nenhuma menção de manteiga, nem mesmo pão e manteiga, qualquer manteiga e nenhum momento, nem sequer uma afinidade silenciosa, nem mais cuidado do que apenas altivez cabível.
Um peso seguro é aquele que, quando lhes agradam, está suspenso. Um peso mais seguro é mais uma malandragem num espetáculo. O melhor jogo é aquele que é intenso e riscador. Por favor, um pese uma bolacha e um uso miserável do Verão.
Surpresa, a única surpresa não tem ocasião. É um material e a secção toda a secção é de uma estação.
Uma bicada que é uma carícia e não pior do que na mesma manhã não é a única forma de ser sucessiva com constância.
Uma luz na lua a única luz é no domingo. Qual foi a decisão sensata. A decisão sensata foi que não obstante muitas declarações e mais música, não obstante a escolha e duma tocha e uma colecção, não obstante o chapéu memorativo e umas férias e ainda mais barulho do que o corte, não obstante a Europa e a Ásia e o fato de ser imperiosa, nem mesmo apesar dum elefante e de uma ocasião estrita, nem mesmo com mais cultivo e algum tempero, nem mesmo com forro e com o oceano circundante, nem mesmo com mais afinidade e qualquer nuvem, nem mesmo com um terrível sacrifício de pedestrianismo e uma alvará especial, nem mesmo com maior probabilidade de ser agradável. O cuidado com que a chuva está errada e o verde está errado e o branco está errado, o cuidado com que há em uma cadeira e muita respiração. O cuidado com que há numa justiça e afinidade incrível, tudo isto faz um espargo surpreendente, e também uma fonte.
GERTRUDE STEIN - TRAD. ERIC PONTY

O POETA, TRADUTOR,LIBRETISTA ERIC PONTY NA ABL

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