Pus-te num recinto, que é do sítio onde
Deverá estar há quem se ama, esse lugar
Sendo d´alma que, é familiar, não ocultar,
Dum aspecto de altar duma igreja ímpar.
Mas, sê a crença for sempre indecisa,
Só não se poderá ter por escolhida, sorria
Hás-te saber que Nada nos garante vivida,
que eu esteja vendo imagens na padaria!
Talvez tu não estejas lá por um acaso, hoje,
Ficarei a venerar-te qual à sombra da vida,
Porque precisa ser vivida qual branca página,
Sê imagina retornar qual Orfeu e sua Lira...
ERIC PONTY
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