PARA MÁRCIA ANDREA
"Era meio-dia de Verão,
E sendo no meio da noite,
E estrelas, nas suas órbitas,
Brilha pálida, através da luz,
Da lua mais brilhante, fria.
"Planetas médios os seus servos,
A si próprio no Céu,
Olhei por um bom tempo,
Sobre o seu sorriso frio;
Demasiado frio para mim.
Ali passou, qual um sudário,
Numa nuvem de pulga,
E eu virei-me para ti,
Orgulhosa Estrela da Noite,
Na tua glória à distância
E mais prezada será a tua luz;
Para alegria do meu coração,
É a parte orgulhosa
Tu suportas no Céu à noite,
E o que mais admiro
do teu fogo distante,
do que àquela luz mais fria e crédula.
Nenhum comentário:
Postar um comentário