Amada, por favor surjas do túnel,
Te fiz dum ramalhete destes poemas,Sê amada, comunique comigo,
Teu silêncio dói mais dor flamas todas.
Para continuar túnel breu, haverá,
Prefiro Lusbel flama aparta inferno,
Porquê dum ramalhete foi-me ti poemas,
Te fiz qual minha víscera da poesia.
E talvez não te agradei em versos meus,
E talvez te convenhas outro pretende,
Decaído em mim, eu, saberei entendê-la.
Mas sendo há mais formosa às mulheres,
Me agradaria dum ramalhete dos poemas,
Pra continuar jazer em morte; Vida!
ERIC PONTY
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