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sábado, junho 18, 2022

SONETO PARA TANUSSI CARDOSO - Eric Ponty


SONETO PARA TANUSSI CARDOSO
(Poeta. Letrista. Crítico literário. Jornalista. Advogado. Irmão da escritora e poeta Carmen Moreno.
Formado em Jornalismo pela PUC-Rio, e em Língua Inglesa pelo British Brazilian Course do Rio de Janeiro. Trabalhou como Técnico-Judiciário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em 2000 formou-se em Direito, na Faculdade Bennett, no Rio de Janeiro.
Com Leila Míccolis, Glória Perez e Carlos Araújo, fundou a Editora Trote na década de 1980.
Em 1975 participou da “Abertura poética – 1ª antologia de novos poetas do Rio de Janeiro”, organizada por Walmir Ayala e César de Araújo.
Como jornalista, trabalhou como repórter na Rádio JB, no Jornal Rio Letras e no jornal O Fluminense.
Publicou os livros de poesias “Desintegração” (1979) e “Boca maldita” (prefácio de Leila Miccolis – Editora Trote, 1982), “Viagem em torno de” (prefácio de Salgado Maranhão – Ed. 7Letras, 2000) e “A medida do deserto e outros poemas revisitados”, inserido na coletânea de poemas “Rios”, apresentação de Thereza Christina Rocque da Motta (Editora ÍbisLibris, 2003), além de poesias e artigos em diversas antologias e periódicos por todo o Brasil. Como poeta integrou os grupos Bandidos do Céu, Bazar dos Baratos e Teatrote.)

Tanussi Cardoso

Tanussi Cardoso escrevo-lhe entre vão idos,
Nunca olvidei de ti, somos cavaleiros sonhos,
Quais Quixote em busca intermináveis mundos,
Que não ouvimos do ser dos quais nascemos sido.

Me defiro do convite de aí morar na urbe,
Estando aí vi troca de tiros de polícia,
Bandidos não eram enviados anjos Gabriel,
Muito prováveis diabos sem Olimpos certo.

À mão firme do estreito fadário fado,
Que governa os destinos decaídos da sorte,
Que talvez do baseado em Platão da Utopia.

Na Academia abraços, pompas, solenidades,
Enquanto esse mundo sem suas virtudes,
Qual um desdém dos infernos das esquinas.
ERIC PONTY

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