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segunda-feira, junho 27, 2022

OBJETOS - GERTRUDE STEIN - TRAD. ERIC PONTY

UMA GARRAFA, QUE É UM VIDRO OPACO.

Uma espécie em vidro e um primo, um espetáculo e nada de estranho numa única cor ferida e um arranjo num esquema para apontar. Tudo isto, não é vulgar, não desordenado em não se assemelhar. A diferença está a expandir-se.

BRILHO OCO

Níquel, o que é níquel, é um original livrado de uma capa.

A mudança é que o vermelho enfraquece em uma hora. A mudança chegou. Não há busca. Mas há, há essa esperança e essa interpretação e, um dia qualquer, certa não é bem-vinda, um dia qualquer há fôlego e haverá uma sinecura e encantadora muito encantadora é essa limpeza será limpeza. Certo que do brilho é bonito e convincente.

Não havendo gratidão na misericórdia e na medicina. Pode haver rupturas em japonês. Isso não é um programa. Isto não é uma cor escolhida. Foi escolhida ontem, que se demostrou cuspir e talvez lavar e polir. Não mostrou ao certo nenhuma obrigação e talvez seu empréstimo não seja natural, haja alguma utilidade em dar.

UMA SUBSTÂNCIA NUMA ALMOFADA.

 A mudança de cor é provável e uma diferença muito pequena é preparada. O açúcar não é um vegetal.

Calosa é algo que o endurecimento deixa para trás o que será macio se houver um interesse genuíno em estar presente em tantas moças como homens. Será que isto muda? Mostra que a sujidade é limpa quando há um volume.

Uma almofada tem essa cobertura. Supondo que não gosta de mudar, supondo que é muito limpa que não há mudança na aparência, supondo que há regularidade e uma fantasia é que qualquer coisa pior do que uma ostra em uma troca. Chegar à estação que existe qualquer uso extremo em penas e algodão. Não há muito mais alegria numa mesa e sendo mais cadeiras e muito provável redondeza e um lugar para as pôr.

 Um círculo de cartão fino é um ensejo de ver numa borla.

De que serve um tipo de deleite violento se não há prazer em não se cansar dele. A questão não se assenta antes de haver uma citação. Em qualquer tipo de lugar há um topo para cobrir e é um prazer de qualquer forma há algum aventurar-se em recusar ao acreditar em disparates. Mostra que uso há numa peça inteira se a usarmos e é extrema e muito provável que das pequenas coisas possam ser há mais caras, mas em qualquer caso há uma pechincha e se há melhor coisa a fazer é tirá-la e usá-la e depois ser imprudente ser imprudente e resolvido no regresso da gratidão.

O azul claro é o mesmo vermelho com roxo faz uma mudança. Mostra que não há engano. Qualquer rosa demostra isso e muito provável é razoável. Muito provável não deve haver um presente mais fino. Algum aumento significa uma calamidade e esta é a melhor preparação para três há mais estarmos juntos. Um pouco de calma é tão vulgar e em qualquer caso há doçura e um pouco disso.

Um selo e fósforos e um cisne e uma hera somam um fato.

Um armário, é um armário não se liga debaixo da cama. A faixa se for branca e preta, a faixa tem uma corda verde. Uma visão duma visão inteira não passou de um pequeno gemido fazendo uma aparagem tão doce de uma coisa vermelha que não é uma coisa redonda, mas, uma coisa branca, uma coisa vermelha e uma coisa branca.

A vergonha não está no descuido, nem mesmo na costura sai da passagem.

Como é que é a faixa. A faixa não é como nada de mostarda, não é como a mesma coisa que tem riscas, não está nem mais ferida do que isso, tem um pequeno topo.

UMA CAIXA.

Da bondade vem a vermelhidão e da rudeza vem rapidamente a mesma questão, de um olho vem a investigação, da seleção vem o gado doloroso. Então a ordem é que uma forma branca de ser redondo é algo que sugere um alfinete e é decepcionante, não é, é tão rudimentar ao ser analisado e ver uma substância fina estranha, é tão sério ter um ponto verde que não ao vermelho, mas, a apontar além disso.

UM PEDAÇO DE CAFÉ.

Mais do dobro.

Um lugar em nenhuma mesa nova. 

Uma única imagem não é esplendor. Suja é amarelo. Um sinal que há mais em não mencionado. Um pedaço de café não é um detido. A semelhança com o amarelo é mais suja e distintiva. A mistura limpa é mais branca e não é cor de carvão, nunca mais cor de carvão do que no seu conjunto.

A visão duma razão, a mesma visão mais ligeira, da visão de uma resposta negativa mais simples, a mesma sonoridade dorida, a intenção de desejar, o mesmo esplendor, do mesmo mobiliário.

O momento de demostrar uma mensagem é quando demasiado tarde e, mais tarde, não há penduricalho numa praga.

Uma cor rosa-madeira não é rasgada. Se não for perigoso, então um prazer há mais do que qualquer outro, se for barato, não é mais barato. O lado divertido é que quanto mais cedo não houver menos, mais certo é a necessidade diminuída. Supondo que a caixa continha madeira de roseira e uma cor. Supondo que não havia razão para uma angústia e que era mais provável que houvesse um número, supondo que não houve espanto, não é necessário misturar o alarme com o espanto.

O assentamento da limpeza de estacionamentos é uma forma de não quebrar a derramamento e a dispersão. A única forma de usar do costume é usar sabão e seda para a limpeza. A única forma de ver o algodão é ter um desenho que concentre à ilusão e a ilustração. A forma perfeita é habituar essa coisa a ter um forro e a forma de uma fita é a ser sólido, bastante sólido em pé e a usar o peso pela manhã. É suficiente leve nisso. Tem essa forma muito bonita. Muito agradável pode não ser exagerado. Muito fortemente pode ser sincero desmaiada. Pode ser estranha lisonjeira. Pode não ser estranho em tudo. Pode não ser estranho.

SUJIDADE E NÃO COBRE.

A sujidade e não o cobre tornado uma cor mais escura. Tornado a forma tão pesada e não torna essa melodia mais dura.

Tornada a misericórdia e o relaxamento e até uma força para se espalhar numa mesa mais cheia. Há mais lugares não vazios. Veem cobertura.

NADA DE ELEGANTE.

Um encanto dum único encanto é duvidoso. Se o vermelho é rosa e há um portão à sua volta, se o interior é deixado entrar e os lugares mudarem, então é certo que algo está de pé. É sincero.

GERTRUDE STEIN - TRAD. ERIC PONTY

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