Caros e possíveis leitores,
Fazendo um exercício de memória, achei aqui nos meus guardados, um poema em prosa que submeti ao Ivo Barroso, que destaco para possíveis leitores...
As Carruagens da Tempestade
Quando, ao princípio, os Cavaleiros da Tempestade saíram do forte para quem serviam duma guarnição, onde que será que olvidaram as suas fortificações? Onde estavam suas carruagens da tempestade, e, de sua guarnição?
Os Cavaleiros da Tempestade nos dar ares de muito pobres em cuja pobreza que se pareciam muitos desamparados, e, sendo que os atacaram armas aladas no dia que partiram da sua guarnição.
Quando os Cavaleiros da Tempestade marcharam de retorno a sua guarnição, pois, do seu Cavaleiro Mor, vós indagais onde encerrariam das suas carruagens da tempestade.
Os Cavaleiros da Tempestade tinham deposto às suas armas, uma vez, que reinava à paz estampadas nas suas faces, teriam eles, trocado às sementes, quando marcharam os Cavaleiros da Tempestade de retorno às suas fortificações da sua guarnição do seu Cavaleiro Mor.
ERIC PONTY
Uma observação do Mestre Ivo Barroso
Eric Ponty: Mestre Ivo o que achou deste meu poema em prosa?
IVO BARROSO: Há um ar de Tagore...- Disse apenas, fazendo um logo silêncio no telefone, e acrescentou mais isto: Por falar, me fez uma referência à Índia...
Eric Ponty: O que Mestre Ivo?
IVO BARROSO: O da reencarnação dos animais na religião da Índia...
Eric Ponty: Qual reencarnação dos animais?
IVO BARROSO: A reencarnação de um cachorro.
Eric Ponty: Qual da reencarnação dos animais? Qual animal?
IVO BARROSO: Um cachorro.
Eric Ponty: Um cachorro Mestre Ivo?
IVO BARROSO: Você tem um faro desgraçado de um cachorro erudito para achar a literatura à merda que tem de ser encoberta, em vir até mim abanando o rabo de felicidade!

Nenhum comentário:
Postar um comentário