Esculpiu-me sem um derradeiro fim, pois, esculpir-me era tua vontade. Olvidou-se de esculpir onde vives consumir duma fonte, que é muito frágil, E, pois, nela líquidos vitrais, sendo sempre da frescura.
Levaste por Lenheiros e serras distantes, levando-a pequena esculpida, E, soprando-as por Lenheiros e serras distantes, levaste qual um instrumento de onde soprando-a por Lenheiros e serras distantes, haverá um atravessar de sons e tons que se parecem sempre a se renovar.
Ao tocar sons e tons de ares imortais dos teus lábios, sendo o meu pequeno deleite não olvidou estes limites vindos das alegrias que sendo gerada inexprimíveis entonações das expressões.
Ao tocar imortal das tuas mãos, não é que seja escultor de teus sons e tons infindos que chegas até mim com tão exíguas mãos. Podem passarem as eras, mas tu, o vais vertendo do sempre, e, sendo do sempre do que vais enchê-lo.
Quando me ordenas que toque, não é o que parece irá estalar algo muito do orgulho; cabendo-me um estalar de muita vaidade e orgulho; e eu ao te olhar para tua face, és, chegam então tais lamentos, e, aos prantos.
Tudo o que em minha vida, são de tão ásperos e ritmos dissonantes que se fundaram numa harmonia só e suave – és que minha admiração do qual é um bater de asas que soltam essas asas, das aves afortunadas nos seus voos sobre os terrestres.
Contudo sei também vem a mim admirar o meu cântico, sendo que fui um dos cantores, é, que tenho toda está permissão de estar diante de tua fronte.
Com as pontas dos meus pés, largamente do teu Cântico eu vou chegando aos teus pés, dos quais eu nunca aguardei um só dia te alçar.
Ébrio destes júbilos de tocar, olvido-me da minha situação, que fostes esculpido por mim sendo que de mim mesmo arvoro te alçar chamo-te qual amizade, que nós tentamos com todas forças apartar.
ERIC PONTY
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