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quinta-feira, janeiro 22, 2026

PARA MINHA ELEITA DO DESCONHECIDO - ERIC PONTY

                              XLIII 


Quão te amo? Deixe-me contar todos motivos 
Amo-te na fundura no ancho na elevação 
Minha alma consegue, quando se sente ausente 
Aos fins Sermos do ideal da Remissão. 
Te amo no parâmetro existido de cada dia 
Mais tranquilos, ao sol dão luz destas velas 
te amando tão franca, homens lidam à direita. 
Amar-te apenas, amor, transformam louvores. 
Eu te amo com paixão posta de todo jeito, 
Minhas antigas dores, fé que há minha infância 
 Te amo com um amor parecia-lhe perder-. 
Meus santos perdidos, - Eu amo-te com fôlego 
risos, prantos, minha vida! - E, se Deus fez 
te amando, mas ainda melhor após à morte.

EU TE ACEITO 

ERIC PONTY 

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