XLIII
Quão te amo? Deixe-me contar todos motivos
Amo-te na fundura no ancho na elevação
Minha alma consegue, quando se sente ausente
Aos fins Sermos do ideal da Remissão.
Te amo no parâmetro existido de cada dia
Mais tranquilos, ao sol dão luz destas velas
te amando tão franca, homens lidam à direita.
Amar-te apenas, amor, transformam louvores.
Eu te amo com paixão posta de todo jeito,
Minhas antigas dores, fé que há minha infância
Te amo com um amor parecia-lhe perder-.
Meus santos perdidos, - Eu amo-te com fôlego
risos, prantos, minha vida! - E, se Deus fez
te amando, mas ainda melhor após à morte.
EU TE ACEITO
ERIC PONTY
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