FUI-ME. QUIS TE QUERER ABANDONADA,
ÀS MEMÓRIAS DA GENTE NOS PRENDEU,
TRAGO COMIGO NA ALMA TORTURADA,
SOMBRA ATROZ CIUMENTAMENTE TÃO MINHA.
FUI-ME, DA FUGAZ CRUEL, DESNORTEADA,
QUANDO SUPUS QUE NOSSO ATO FALECEU,
FUGA DÉBIL, SE AINDA ÉS MINHA AMADA,
SE CONTÍNUO INTEIRAMENTE SÓ.
NÃO, NÃO LIBERTO DESSE AMOR NEFASTO,
TAL DESSA ANGÚSTIA, DESSA ALMA DESSE
CARPIR QUE AUMENTA QUANTO MAIS NEFASTA.
E AGORA CONCLUÍ, TRAZENDO DE MEUS PASSOS,
QUE PASSAM POR SOFRER ANTES PASSAR
COMO SEMPRE ARDIA NOS TEUS LAÇOS.
ERIC PONTY
ERIC PONTY POETA-TRADUTOR-LIBRETTISTA
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