P/ Débora MalucelliE Andersen Viana
Ouve nestes versos dispersos o som dos suspiros
com os quais alimentei meu coração em meus primários
dias de juventude errante, quando, em parte,
eu não era o homem que sou hoje na sobriedade.
Quando em parte eu não era o homem que sou hoje;
por todas as maneiras pelas quais eu choro e falo –
dentre esperas vãs, quais entre amarguras vãos –
em qualquer pessoa que conheça o amor por meio ,
que eu possa achar dó e perdão. Mas agora vejo qual
me tornei a conversa por tanto tempo das pessoas ao redor
(isso muitas vezes me faz sentir tão cheio de embaraço),
e de minhas presunções vem o fruto da vergonha,
e minha contrição, e a clara consciência de que a alegria.
Mundana é apenas um sonho passageiro.
(Eric Ponty)
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