Os Cavaleiros da tempestade,
Fizeram-no silêncio voz em Minas,
Tu que amavas Gerais em nosso estado,
Sendo Poeta, e, tradutor do finito.
Suma virtude que ao círculo aparta,
“Sê guias” – falei eu, “Me diz dos Mortos,
Palavras sem resposta ao que te procuro,
Já condenados dormem tumbas puras.
Sendo ele, nas tumbas vai repor tampa,
Sê a indagação que agora eu me fiz,
Que olham corpo e alma à morte findos.
E, poderiam ser olhados? Vejo as campas,
Que te fizeram tumba seus sequazes,
Com seus corpos qu´alma de novo encampa.
ERIC PONTY
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