A
semente
da paz anunciasse,
trazendo-nos
à luz que se vanglória,
passividade
caça dos senões,
desocupados
prados vagar quadros.
A
luzidia manhã encanta-se árvore,
sozinha
tece-se alba flores selva,
que
ela não há dos pássaros voam.
Os
desencantos são tais nos chegam,
densas
cortinas anjos estampados,
vozerio
coros choros tão pranteados.
Dessa
saúde de olhos divindades,
é
densa escuma, traz águas pascidas:
Ó
meus virgens parques dos lamentos.
II
São
vergar hinos março chegam prados,
são
sob a borda cantam pelos parques,
mas,
esses quem os são vestidos homens,
bela
ideia que expostas pelos adros.
Rumor
cinturas pobres das criaturas,
imóvel
tempo sol maravilhas,
rumor
profundos olhos dos caminhos,
libertando
da sorte pensamento.
Quando
da flama céu expõe primeva
refletir-se
da hercúlea primavera,
dos
desencantos ondas do poente.
Ah,
mais são das quimeras que se vertem,
é
mágoa justo éter pasce aos céus
embranquecidas
rés das nuvens ágrafas.
Eric Ponty
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