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quinta-feira, janeiro 16, 2020

A tumba vozerio mares marmor campos - Eric Ponty


A semente da paz anunciasse,
trazendo-nos à luz que se vanglória,
passividade caça dos senões,
desocupados prados vagar quadros.

A luzidia manhã encanta-se árvore,
sozinha tece-se alba flores selva,
que ela não há dos pássaros voam.

Os desencantos são tais nos chegam,
densas cortinas anjos estampados,
vozerio coros choros tão pranteados.

Dessa saúde de olhos divindades,
é densa escuma, traz águas pascidas:
Ó meus virgens parques dos lamentos.

II

São vergar hinos março chegam prados,
são sob a borda cantam pelos parques,
mas, esses quem os são vestidos homens,
bela ideia que expostas pelos adros.

Rumor cinturas pobres das criaturas,
imóvel tempo sol maravilhas,
rumor profundos olhos dos caminhos,
libertando da sorte pensamento.

Quando da flama céu expõe primeva
refletir-se da hercúlea primavera,
dos desencantos ondas do poente.

Ah, mais são das quimeras que se vertem,
é mágoa justo éter pasce aos céus
embranquecidas rés das nuvens ágrafas.
  Eric Ponty



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