Já é Natal! Presépio está armado,
dessas figuras barro ornam-nos gruta,
solenes os reis magos tão mansos,
trazem presentes, mirra, ouro, incenso.
Na noite de tão quieta há de estrelas,
que vésper calma luz nos pasce mundo,
vai nos trazendo tão mansas figuras,
esboços da memória tanger hinos.
Torres dos sinos batem pradaria,
dos seus alarmes brônzeos dos sossegos,
anunciam-se menino Deus chegou.
Serras presépio dão vagos perfis,
distante tempo d´alma nossos olhos,
pascidos sinos oram à Belém.
II
Vagueiam campos sós estrelas brancas,
pascidas das noites calmas vãs,
sobre os olhares paz ternos pastores,
rezam solenes gruta do Senhor.
Velam desvelam chamas dessa noite,
presentes desses magos ofertados,
dão saudações languidas aos que passam,
rezados das visões desses horóscopos.
Silente reza dá viva esplendor,
coração tão silente dos prenúncios,
lúdicas vozes vidas das conversas.
Pascida da manhã verteu-se sol,
lúdicos raios prados vespertinos,
enternecidos magos seu pastor.
dessas figuras barro ornam-nos gruta,
solenes os reis magos tão mansos,
trazem presentes, mirra, ouro, incenso.
Na noite de tão quieta há de estrelas,
que vésper calma luz nos pasce mundo,
vai nos trazendo tão mansas figuras,
esboços da memória tanger hinos.
Torres dos sinos batem pradaria,
dos seus alarmes brônzeos dos sossegos,
anunciam-se menino Deus chegou.
Serras presépio dão vagos perfis,
distante tempo d´alma nossos olhos,
pascidos sinos oram à Belém.
II
Vagueiam campos sós estrelas brancas,
pascidas das noites calmas vãs,
sobre os olhares paz ternos pastores,
rezam solenes gruta do Senhor.
Velam desvelam chamas dessa noite,
presentes desses magos ofertados,
dão saudações languidas aos que passam,
rezados das visões desses horóscopos.
Silente reza dá viva esplendor,
coração tão silente dos prenúncios,
lúdicas vozes vidas das conversas.
Pascida da manhã verteu-se sol,
lúdicos raios prados vespertinos,
enternecidos magos seu pastor.
Eric Ponty
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